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Todas as famílias devem ter garantido mensalmente o pagamento de despesas fixas onde não há hipótese de cortes.
Podem todavia fazer-se poupanças e reduções de gastos, com alguma disciplina e rigor, mas sem que ponham em causa o bem-estar e a qualidade de vida.
Isso é possível nas famílias modernas em que, cada vez mais, se dividem tarefas e se incrementa a educação na poupança de energias.
Para orçamentos restritos as pequenas poupanças são fundamentais e muito úteis. Os extras resultantes destas poupanças permitem investir, mesmo que moderadamente, na qualidade da imagem de uma família, no conforto, na decoração e no bom gosto.
É também na casa que se recebem amigos e visitas, que se dão festas familiares e convívios sociais.
É muito, compensador e gratificante para as pessoas da casa terem acrescidamente alguma vida lúdica. Terem um cenário próprio para receber com simplicidade mas com qualidade.
Nada mais agradável que dominar a arte de receber. Receber bem é também um motor de integração e ascenção social.
Ter a casa bem decorada, ter livros, flores, velas, discos, inclusivamente obras de arte, bebidas para oferecer, é para muitos obrigatório.
Quem não o conseguir por poupanças e alguma disciplina e se não correr riscos de falência, pode recorrer a ligeiros créditos bancários mensais. Pode sempre pagar oportunamente no fim do mês.
A gestão da economia doméstica é comparável à de uma pequena empresa. A conjugação de esforços do, casal, além de exemplar para filhos e amigos, é a melhor disciplina para a boa aplicação pecuniária. A boa imagem doméstica abre portas para ascender na qualidade de vida.
Recomenda-se uma boa avaliação das prioridades e investir no que é positivo. Tal atitude traz tão bons resultados como os daqueles que têm orçamentos folgados. |




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